segunda-feira, 5 de setembro de 2011

Tenhamos Raiva !! Somalia pede Raiva para acabar com a fome

Em "O ronco da Cuica "João Bosco anuncia, é preciso raiva  para acabar com a fome ... a raiva e a fome são coisas dos home ...


Tenhamos Raiva !!



A raiva dá pra parar, pra interromper
A fome não dá pra interromper
A raiva e a fome é coisas dos home
A fome tem que ter raiva pra interromper
A raiva é a fome de interromper
A fome e a raiva é coisas dos home











"Quatro milhões de pessoas estão em crise na Somália, das quais 750 mil correm o risco de morrer nos próximos quatro meses se não houver uma resposta adequada. Dezenas de milhares de pessoas já morreram, a metade deles crianças", disse a FSNAU (Unidade de Análise de Nutrição e Segurança Alimentar da Somália), ligada à ONU.

O comunicado ressaltou que a crise continuará se expandindo caso o nível atual de ajuda humanitária ao país não melhore. A ONU estima que necessita de cerca de US$ 2,4 milhões para conter a crise alimentar no Chifre da África.
Feisal Omar/Reuters
Refugiados aguardam por alimentos na Somália, onde a ONU declarou sexta região em estado de fome
Refugiados aguardam por alimentos na Somália, onde a ONU declarou sexta região em estado de fome

A região de Bay, a última declarada em fome pela ONU, é controlada pelos insurgentes islamitas da Al Shebab, assim como grande parte do sul e do centro da Somália, e inclui sobretudo a cidade de Baidoa, uma das principais do país.

A Somália é o país mais afetado pela fome e pela seca que castiga a região, onde, de acordo com o órgão, cerca de 13 milhões de pessoas sofrem uma situação humanitária crítica.
O estado de fome responde a uma definição estrita da ONU: pelo menos 20% das residências confrontadas com uma grave penúria alimentar, 30% da população com desnutrição aguda e uma taxa de mortalidade diária de dois sobre 10 mil pessoas.

segunda-feira, 29 de agosto de 2011

quando os judeus e negros se juntam para tocar ! Abrahan Inc

Para ficar em paz com o que somos é preciso amar o que foi

Não sei como é para cada um, 
mas sei que para eu ficar em paz com o que sou tenho trabalhado muito para amar o que foi é preciso amar o que foi,  não porque foi bom,  mas porque foi  a sua história, e hoje é impossível muda-la.

E por isto, Pessoa: 

Eu amo tudo o que foi
Eu amo tudo o que foi, 
Tudo o que já não é,
A dor que já me não dói, 
A antiga e errônea fé,
O ontem que dor deixou,
O que deixou alegria
Só porque foi, e voou
E hoje é já outro dia. 

    Fernando Pessoa

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Sobre identidades, preconceito e racismo !


Tem vezes que da vontade de desistir ! mas vamos a luta ! 

                 Sobre identidades, preconceito e racismo !


Nesta semana fui  fazer uma fala sobre identidades raciais no Brasil para o projeto no qual estou trabalhando. O projeto é lindo se trata  de saúde da população negra. E uma das coisas importantes do projeto é sensibilizar os profissionais da saúde  para o racismo institucional dentro do SUS.  Minha  fala  foi sobre formação e construção de identidades. E  principalmente como se formam as  identidades brancas e negras  no Brasil .  Falei  muito dos privilégios da branquitude e  da importância  da construção  de uma identidade negra positivada  através da cultura, da luta anti-racista e de diversas formas que os sujeitos negros possam se identificar e construir negritudes que tragam conforto, sentimento de pertencimento, ou seja saúde psíquica.  Após a fala, no auditório  uma pergunta  foi direcionada a mim e era o seguinte: 

Lia, o que é mais importante construir  uma identidade negra positivada ou sensibilizar a população para o Racismo?  Respondi que os dois eram necessários,  construir  uma identidade positivada era necessário para a saúde psíquica da população negra, e  sensibilizar sobre o racismo era necessário para a população brasileira como um todo e principalmente para os brancos.  Nesta resposta dei um exemplo sobre identidade judaica, que  é algo que estudei  no mestrado, e ainda faz parte da minha construção como sujeito.  Disse que na época da segunda  guerra haviam judeus que se identificavam  com a cultura judaica de diversas  formas : afetividade, religião, tradição, ancestralidade, cultura e etc... E haviam também os judeus que  nao se identificavam com nada, eram judeus sem judaísmo, eram judeus  pelo simples fato de ter ancestrais que um dia foram ligado a esta tradição e que por isto carregam sobrenome judeus.  Para os judeus que tinham tradição judaica a identidade era algo importante, positiva e que dava lugar no mundo para estas pessoas, para aqueles que apenas carregam o nome ser judeu representava um fardo , representava ser perseguido,  e era algo que estes tinham vontade de deixar de ser , mas nao poderiam, nao tinham escolha, seus sobrenome e sua historia e principalmente o olhar externo e o anti-semitismo os classificavam assim.

Dei o exemplo acima e voltei a falar da importância da identidade negra positivada, pois  para aqueles que nao tem esta positividade ser negro é sofrer racismo, é  ser aviltado em sua constituição pela sociedade racista em que vivemos hoje no Brasil,  e por isto  o exemplo dos judeus  fazia sentido para pensarmos isto.

Quando acabou a fala e o debate  uma das pessoas que trabalham comigo, e que também luta pelo fim do preconceito de nossa sociedade me disse  que eu  nao deveria  ter dado o exemplo dos judeus, pois  os judeus eram hoje a comunidade mais racista do Brasil, e que ela havia lido isto em uma reportagem, e que alem disto os judeus tinham tanto horror aos negros que nem empregadas domesticas negras eles tinham.  Perguntei para ela se os judeus são tão racistas  o que é que eu LIA estava fazendo lá ?   Ela me respondeu que eu era  DIFERENTE.  Neste mesmo segundo entendi que as vezes a lógica da luta anti-racista serve para uns e nao para outros.  Uma das características maiores do preconceito e do preconceituoso é quando encontra alguém do grupo de que se tem preconceito é retira-lo do grupo dizendo que este é diferente, pois assim a pessoa pode continuar tendo preconceito contra o grupo, e aquele “exemplar”  que se “difere”fica salvo, assim como todos os preconceitos contra o grupo.   O mais triste  para mim foi perceber que a pessoa  que me disse isto  luta contra os estereótipos e preconceitos ligado ao seu grupo de pertença, mas  nao entendeu que para um mundo melhor os estereótipos ligado a todos os grupos devem desaparecer!  Nao adianta nada lutar contra os estereótipos de um e permanecer com os outros !! Enfim, depois de sair chorando de raiva , fazer analise e pensar em desistir resolvi sublimar o acontecimento escrevendo por aqui. 

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

MAM :: Exposições em cartaz

Projeto Parede

  • :: CadaVer
    14 JUL - 18 DEZ
Um desenho coletivo a ser realizado dia-a-dia por um artista diferente. Os 52 artistas do grupo cadaVer vão se revezar durante os 159 dias de duração com uma intervenção artística no corredor de acesso à sua Grande Sala.
Não há temática pré-estabelecida para o desenho, apenas o material a ser utilizado: canetas hidrográficas, a nanquim e para apagar. Isso porque os artistas, além de acrescentar novos traços ao desenho já criado, poderão apagar trechos já desenhados antes.
A ideia do novo Projeto Parede, que nunca apresentou um work in progress desde seu início, em 1996, é aproximar do público o trabalho de criação do artista. Qualquer espectador que comparecer ao MAM entre 14 de julho e dezembro terá a oportunidade de observar o artista em pleno processo de realização da obra, trazendo o ateliê para dentro do museu.
Blog: GrupoCadaVerArtistas do grupo CadaVer:
AnaPana André Érnica Andre Simmank Andréa Barbour Angela Barbour Caio Formiga Carola Trimano Chris Flaksbaum Claudhia Issa Claudio Matsuno Claudio Rocha Conrado Zanotto Cris Rocha Daniel Nogueira de Lima Diogo Machado Fabio Quaglio Flavia Mielnik Gilberto Vançan Jadde Flores James Kudo Kako  Kika Levy Laura Gorski Lia Vainer Schucman Lorenzo Leon Lucas Schlosinski Luciano Ogura Luis Felipe Machado Dib Magy Imoberdorf Manu Maltez Maraí Senkevics Maria Fernanda Filardi Ferreira Maria Valentina Matias Monteiro Maurício Parra Nathan Tyger Nicholas Petrus Nilson Sato Nina Kreis Paulo Queiroz Pedro Augusto Romero Malevini Pedro Almeida Farled Rafael Baravelli Regina Carmona Roberto Miura Rodrigo Lobo Sérgio A. Kal Thais Beltrame Tony de Marco Vadim Klokov Wilton Pedroso Yasmim Flores




Projeto Parede MAM 2011 - Coletivo CadaVer from amorarosafilmes on Vimeo.

quarta-feira, 27 de julho de 2011

frases que ouvi esta semana e gostei !

"cuidado quando for discutir com um idiota: Alguém pode olhar de fora e não saber quem é o idiota". (autor anonimo)


‎" o complexo só cabe ao complexado, por isto não deve ser enunciado" ouvi isto de um bêbado na rua que disse que eu era linda, ai perguntei onde estavam os óculos dele e ele me respondeu isto . Achei ele um gênio. !


"cuidado para onde você está indo, que você pode chegar lá" 

sábado, 25 de junho de 2011

biografia de Fela Kuti é lançada em São Paulo

Afrobeat: biografia de Fela Kuti é lançada em São Paulo

Autor revela peculiaridades e fatos marcantes da vida de um dos principais ícones da música africana

CULTURA, MÚSICA - - 25/06/2011

Crédito: divulgação
A história do músico, compositor e multi-instrumentista nigeriano Fela Kuti pode ser explorada a partir de sábado (25/6), quando é lançada em São Paulo a biografia “Fela – Esta Vida Puta”, escrito pelo cientista-político cubano Carlos Moore, na Matilha Cultural. O livro narra a trajetória de um dos principais artistas do continente africano, cuja vida fora marcada por excessos, violência e lutas políticas. Durante o lançamento será exibido o documentário Music is the Weapon.
Olufela Olusegun Oludotun Ransome-Kuti (conhecido como Fela Kuti) nasceu na Nigéria em 1938. Filho de um pastor protestante e de uma ativista política (sua mãe foi a primeira mulher a dirigir um carro naquele país), foi para Londres estudar medicina em 1958, mas queria mesmo seguir a carreira musical. Lá, formou a banda Koola Lobitos e criou o gênero musical afrobeat - uma mistura de jazz, funk e ritmos africanos.
Subversivo e transgressor, Fela utilizou sua música para transmitir seus ideais contra o racismo e a favor dademocracia. Suas canções eram longas (algumas com mais de 20 minutos) e as letras falavam diretamente ao povo africano. Crítico ferrenho do regime militar nigeriano, foi alvo de vários ataques, teve sua comuna destruída e perdeu a mãe – morta após ser atirada de uma janela por policiais. No final dos anos 70, Fela construiu uma nova comuna, casou-se com 27 mulheres e tentou se candidatar à presidência do país. Morreu de Aids em 1997, aos 59 anos.
O autor da biografia, Carlos Moore (radicado em Salvador, na Bahia, há dez anos), concedeu uma entrevista àÉpoca São Paulo em que relata as peculiariadades e os fatos marcantes sobre a vida do músico.

Você foi amigo de Fela Kuti. Quando e como o conheceu?
O conheci em 1974, quando fui para a Nigéria trabalhar na produção de um festival. Nunca tinha escutado a música dele, foi acidental. Mas gostei tanto que o procurei e, imediatamente, nos tornamos bons amigos.

Eu levei anos conversando com Fela e tomando nota das conversas, mas ele sempre se negou a fazer um livro. Achava que não tinha sentido escrever para um público que não fosse o que ele almejava: os africanos. Assim, coletei o material para a biografia praticamente uma década depois, em 1981, durante dois ou três meses. Foi um momento difícil, em que Fela estava atravessando uma grande crise emocional. Ele estava muito abatido e deprimido por causa da destruição de sua comuna e da morte de sua mãe. Chegou a perder a esperança de que o povo nigeriano se sublevasse contra a ditadura militar que o esmagava e quis se suicidar. Além do mais, estou convicto de que ele estava sob total influência de um guru espiritual, que o manipulava. As nossas conversas foram gravadas em Lagos, em sua comuna, e depois em Paris. A essa altura, Fela estava bastante paranóico. É uma grande contradição, mas esta biografia só pôde ser feita porque Fela se sentia ameaçado de morte e até contemplava seu suicídio. Quando eu lhe apresentei o texto final, ele leu o relato de sua própria vida e ficou emocionado. Olhou para mim e disse: “Você é realmente um grande f … da … p ….”. Jogou o manuscrito no chão e me abraçou.
Fela Kuti e Carlos Moore em um de seus encontros. Foto: Arquivo pessoal
Como foi o processo de apuração do livro?
Como o livro é estruturado?
Não sabia se Fela ia gostar da maneira como tinha reconstruído a trama de sua vida. Eu corria um grande risco, pois tinha pedido e recebido a autorização dele para construir o livro em primeira pessoa, misturando falas dele e minhas. Por mais que tentasse, não conseguiria retratar o verdadeiro Fela falando dele em terceira pessoa. Soava falso. Eu queria uma narrativa viva e eclética, não-linear, que preservasse tanto a originalidade do relato como as características próprias da fala de Fela. Ele ficou contente com o resultado e eu também.
Na sua visão, quem era Fela? O que ele tinha de tão peculiar?
O Fela era um músico e compositor genial, que criou um gênero totalmente novo, o que não é algo comum. No século 20, surgiram diversos gêneros, que até hoje ninguém sabe ao certo quem criou, mas nós sabemos que o afrobeat é uma criação dele. A música é uma síntese de vários outros tipos de música e vem acompanhada de uma mensagem política. Fela utilizou a música para pregar o pan-africanismo, o que o tornou um artista totalmente distinto. Utilizar a música para derrubar o governo ou mudar as condições sociais não era comum na época, nem na Nigéria e nem fora.
Ele usava drogas?
Fela fumava maconha, que era difundida em toda a África, mas foi proibida pelos britânicos. Como ele se recusava a obedecer às leis, foi detido e levado aos tribunais diversas vezes. Isso era usado como pretexto para prendê-lo e violentá-lo por causa de suas posições políticas, intoleráveis pelo regime militar.
Com quantas mulheres Fela era casado?
Ele se casou com 27 colegas de trabalho, entre dançarinas, coristas e mulheres que conviviam com ele. Mas apesar do número de mulheres, ele teve apenas 7 filhos, pois os soldados militares deram muitos golpes em seus testículos, o que resultou em problemas de fertilidade.
Qual o maior legado deixado por ele?
Ele era de uma coragem extraordinária. Se recusava a se encurvar aos regimes militares e foi um grande líder contra o racismo. Ele acreditava que uma sociedade racista não poderia ser democrática, e isso é importante para o Brasil, onde há um nível muito elevado de racismo.
“Fela – Esta vida puta”, de Carlos Moore. Prefácio de Gilberto Gil. Editora Nandyala. R$35,00. Matilha Cultural: Rua Rego Freitas, 542. Tel.: (11) 3256-2636. Sábado, 25/6, 18h30. Entrada: 1 agasalho. www.matilhacultural.com.br

quarta-feira, 22 de junho de 2011

para onde vai o amor quando ele acaba ?

Quando era pequena sempre me diziam que existia o “ mundo do beleléu” e lá os guarda –chuvas, as canetas, os elásticos e fivelas de cabelo iam parar. Existia um mundo que cabia tudo isto ! e podíamos procurar, procurar e nada destas coisas voltarem... elas estavam lá bem escondidas e tínhamos que nos contentar em adquirir novos elásticos, guarda-chuvas, canetas e etc... Hoje pensei, será que é para este mundo que vai o amor quando ele acaba ? E uma amiga logo me perguntou: Será que existe o beleléu interno? Imagino que sim, é para lá que vai todos os amores que passaram ? ficam lá, existentes, porém guardados, escondidos?

sábado, 18 de junho de 2011

De novo, o tal do gênero !




De novo,  o tal do gênero !

Acordei hoje de ótimo  humor,  afinal  quando se acorda com um dia de sol lindo,  uma noite bem dormida  já é algo a se agradecer !  Fui andando feliz até a padaria aqui da minha esquina, de cabeça levantada quase cantarolando !  até que automaticamente  abaixei o rosto e fiz uma cara fechada, foi assim que aprendi desde pequena  que devo me comportar  quando passo  entre uma roda de homens. Estavam alí ingenuamente  conversando , parados, talvez também vendo o sol  e compartilhando piadas, amores, torcidas  ou qualquer coisa assim. Me pergunto: porque será que todos eles se sentiram na obrigação de olhar para minha bunda e fazer algum comentário ?  Seriam menos homens  se por acaso eu passasse  e  eles nem notassem ?  E eu, caso nao abaixasse a cabeça  e continuasse cantarolando com um sorriso estampado estaria automaticamente concordando que eles poderiam insinuar qualquer coisa ?  Vejam as relações de gênero se estabeleceram de tal forma e violenta neste pais sexista que me obrigou a temer, bem como obrigou aos homens que estavam ali interromperem um papo para obrigatoriamente terem que mostrar que desejam  mulher !   Seriam eles menos homens e viris  um para o outro caso não interrompessem a conversa para olhar uma mulher passar ?   E eu ? O que fui que aprendi, e como aprendi que deveria fechar a cara e abaixar a cabeça ?  para que ?  com qual função ?  a de não ser abertamente violentada ?  E porque uma simples roda de homens é vista  por mim como uma ameaça ?  Cheguei em casa com o pão na mão  e perguntei para minha amiga que mora comigo se ela também se sentiria  na obrigação de  baixar o rosto, e ela automaticamente disse sim ! e ainda comentou , Lia qualquer mulher faria isto !  Até este momento estava me questionando se era uma coisa apenas minha, e vi que não !  Fica aqui uma pergunta, como é possível que nós humanos construímos uma sociedade  que aprisiona o homem no lugar de ameaça e a mulher no lugar de possível vitima ?  Estamos os dois gêneros presos nesta lógica, que prejudica a todos nós  ?  Se sim, lutemos até o fim para libertar os carrascos e a vitimas ( que estão aprisionados igualmente)  nesta relação  violenta e sexista que criamos ! 

Os Crespos, Ira!

Para quem ainda não conhece a Cia de Teatro "Os Crespos"  aqui esta uma chance de conhece-los !


Os Crespos surgiu nas dependências da Escola de Arte Dramática/USP, em 2005 como um grupo de estudos intitulado Negros Enquestão para pesquisa e discussão da história e a situação do negro brasileiro na sociedade contemporânea.
Assistam !